Vida de Deusa

Ise-shima, Kyoto e Nara

Uma experiência que inspira mulheres modernas a se reconectarem com sua essência divina e energia feminina.

Período: Março/Abril

Duração: 10 dias / 09 noites

Grupo exclusivo: Máximo de 10 participantes

Através da sabedoria de Amaterasu, Kannon e outras deusas, elas podem:

Roteiro

Região: Ise-shima

Tema:
“Antes da luz, há o silêncio.”

Chegada a Ise e acomodação em um ryokan tradicional, com quartos japoneses e ofurô com vista para a natureza. No final da tarde, faremos uma conversa de abertura sobre a mitologia de Amaterasu e o mito da caverna (Amano Iwato) — ponto de partida simbólico da jornada. 

O jantar de boas-vindas, inspirado na cozinha imperial japonesa (Shinsen Ryori), encerra a noite com sabores locais e a atmosfera tranquila de Ise.

Propósito simbólico: reconhecer a própria sombra antes de despertar a luz.

Região: Ise-shima

Iniciamos o dia visitando o Ise Jingū, na província de Mie — o santuário mais sagrado do Japão, reverenciado desde o século III e reconstruído a cada 20 anos no ritual milenar do Shikinen Sengū. A travessia da ponte Uji-bashi simboliza a passagem do mundo comum para o território sagrado da deusa.

Diante do santuário interno, fazemos uma oferenda de sakaki, árvore sagrada do xintoísmo, e uma breve prece silenciosa — um gesto simples que alinhar corpo, mente e intenção. No final da tarde, exploramos a filosofia japonesa de Makoto, a sinceridade essencial que guia a luz de Amaterasu e inspira o primeiro passo da jornada. Encerramos o dia com uma atividade de escrita, para nomear o que cada mulher deseja viver com mais verdade.

O dia é dedicado ao Yata no Kagami, o espelho sagrado de Amaterasu — símbolo de verdade e clareza na tradição japonesa.
Na cerimônia do espelho, cada participante olha para o próprio reflexo e escreve uma intenção de autenticidade para este novo ciclo.

Depois visitamos o Museu Jingū Shiryōkan, onde objetos e registros imperiais revelam como os rituais de Ise atravessam séculos de história.

Região: Ise-shima

À tarde, caminhamos por Oharai-machi e Okage-yokochō, ruas tradicionais cheias de pequenas lojas e aromas doces.
Encerramos o dia com o clássico Akafuku mochi, que simboliza a pureza das águas do rio Isuzu.

Região: Ise-shima

O dia começa cedo, com uma meditação ao nascer do sol diante do Meoto Iwa, as duas rochas unidas por uma corda sagrada que simboliza a união de forças que se completam. Ali, o feminino luminoso de Amaterasu e o masculino criador de Izanagi ganham forma na paisagem — um equilíbrio simples e poderoso que marca o início do dia.

Após a meditação, realizamos um ritual com mizuhiki dourado, onde cada mulher cria um nó para marcar o início de um novo ciclo pessoal. É um gesto simples que simboliza conexão, boa fortuna e continuidade — elementos profundamente presentes na cultura japonesa. A tarde é livre no Parque Nacional de Ise-Shima, para um banho de floresta (shinrin-yoku), permitindo integrar em silêncio tudo o que foi vivido nos últimos dias.

Região: Ise-shima

No último dia da fase de Amaterasu, visitamos o Aramatsuri-no-Miya, um santuário secundário de Ise dedicado à forma ativa e selvagem da deusa do Sol — a força que age, transforma e ilumina o mundo ao redor.

No santuário, um pequeno ritual de saudação à luz marca o fim do ciclo: uma pausa silenciosa para agradecer e reconhecer o que foi despertado nos últimos dias.
É um momento de presença e de conexão com a força vital que agora se move de dentro para fora.

De volta ao ryokan, o grupo se reúne para uma partilha final, refletindo sobre a jornada com a pergunta: “Qual luz quero levar ao mundo?”

Região: Kyoto

Chegamos a Kyoto, onde a energia muda: do brilho do Sol para o silêncio do coração.
A hospedagem acontece em um shukubō, um templo que recebe peregrinos e oferece a rotina simples e serena da vida monástica.

No início da tarde, uma introdução à figura de Kannon (Avalokiteśvara) apresenta a deusa como expressão da compaixão ativa — aquela que ouve os sons do mundo e responde com sabedoria e amor.

O final da tarde termina com uma cerimônia de chá matcha, conduzida como um gesto de atenção e cuidado.

Enquanto o aroma do chá preenche o ar, surge a reflexão central do dia: “O que significa compaixão em ação na minha vida?”

Região: Kyoto

O dia começa com a visita ao Kiyomizu-dera, um dos templos mais antigos de Kyoto, dedicado a Kannon, a deusa da compaixão.
Construído sobre as montanhas de Higashiyama, o templo parece flutuar acima da cidade — um símbolo de clareza e coragem.

No caminho até o salão principal, as cerejeiras começam a florescer e o som da água da nascente Otowa, que deu nome ao templo, acompanha o grupo.
Cada pessoa bebe de uma das três quedas d’água — saúde, longevidade e sabedoria — como um gesto de purificação e renovação interior.

Após a visita, descemos até as ruas históricas de Ninen-zaka, um dos bairros mais encantadores de Kyoto, onde o tempo parece desacelerar.

Ali, o grupo participa de uma aula de cerâmica tradicional japonesa, aprendendo as etapas de moldar, polir e esmaltar a argila. A prática é conduzida como uma meditação em movimento — um exercício de paciência e presença.

Região: Kyoto

O dia é dedicado ao Sanjūsangen-dō, um dos templos mais impressionantes de Kyoto.
No salão principal, 1.001 estátuas de Kannon, esculpidas há séculos, representam as diferentes formas da compaixão — uma para cada olhar, gesto e coração humano.

Durante a visita, o grupo faz uma meditação silenciosa no corredor central, observando como cada estátua carrega um semblante único. A prática propõe reconhecer que a compaixão não é um ideal distante, mas uma presença que assume muitas formas no dia a dia.

Após a visita, seguimos para uma oficina criativa de mini arranjos florais (hana-mandala), utilizando flores sazonais e elementos naturais locais. A atividade simboliza a multiplicidade de expressões da beleza e da empatia — cada mandala diferente, mas igualmente harmônica.

A tarde um breve encontro em grupo para partilhar a reflexão do dia: “De que forma a compaixão se manifesta em mim?”

Região: Nara

O dia começa com a viagem até Nara, antiga capital espiritual do Japão.
Nosso destino é o Hasedera, conhecido como o “Templo das Flores” — um dos locais mais sagrados da rota Saigoku 33 e dedicado à Kannon das Onze Faces, que observa o mundo com múltiplos olhares de compaixão.

A visita começa com a subida pela longa escadaria coberta de madeira, onde cada degrau representa um passo em direção à clareza e à leveza.
Ao chegar ao salão principal, o grupo é recebido pela imponente estátua de Kannon, uma das maiores do Japão, esculpida em madeira dourada.

No interior do templo, realizamos uma pequena cerimônia de incenso e oração silenciosa, em respeito às gerações que ali buscaram conforto e sabedoria.
O momento é simples e simbólico — um convite à gratidão e à entrega.

Região: Kyoto

O último dia da jornada acontece no Nanzen-ji, um dos templos mais emblemáticos e silenciosos de Kyoto.
O complexo, cercado por jardins, água corrente e montanhas ao fundo, traz uma sensação natural de conclusão — como se tudo ali estivesse preparado para receber o fim de um ciclo.

Nos reunimos em uma das áreas abertas do templo para a cerimônia final da jornada.
Cada participante escreve seu Ofuda da Deusa, um voto pessoal para o novo ciclo que começa, inspirado pelo caminho vivido entre Amaterasu e Kannon.

Em seguida, realizamos uma oferenda de pétalas ao fluxo da água que atravessa o jardim — um gesto simples que simboliza continuidade, entrega e renascimento.
O ambiente silencioso de Nanzen-ji sustenta o momento com leveza, permitindo que cada uma integre a experiência no seu próprio tempo.

O encerramento acontece com um almoço de despedida em um restaurante de cozinha sazonal (shun no obanzai), celebrando a primavera e a sensação de que o coração encontrou espaço para florescer.

Inclui

9 noites de hospedagem

Guias especializados

Transportes internos (trem bala e translados)

Ingressos para templos e experiências

Café da manhã

Não inclui

Passagens internacionais

Seguro de viagem (recomendado)

Gastos pessoais e refeições fora do roteiro